Luan: Calma Erislane, eu converso com a Angel, falo que forcei a barra, afinal eu sou o culpado. Eu sou culpado de tudo de ruim que acontece com as minhas fãs. Em vez de trazer a felicidade, comigo acontece justamente o contrario.
Eris: Não Luan, não diga isso, você é a felicidade de milhares de pessoas. Deixa que com a Angel eu me entendo.
Luan: Não, eu sou o culpado, e eu vou desfazer esse mal entendido.
Eris: Tá bom. Mas me dá um abraço? Preciso de um ombro amigo.
Luan: Vem cá então.- e dá um abraço apertado em Eris, que volta a chorar.
Eris: Mais não esquece não. Eu te odeio, esse é só um momento de fraqueza.
Luan: Tá bom.
E assim pegam no sono, no meio do nada. Sem nenhum meio de comunicação, o celular de Eris e Luan estavam descarregados.
No outro dia, Luan é o primeiro a acordar. Eris estava em seus braços dormindo. Como não tinha noção da hora, resolve acorda-la, para ambos irem embora.
Luan acorda Eris como da primeira vez no hotel. Ele começa a acariciar a cabeça Eris, e ela vai acordando aos poucos.
Luan: Bom dia dorminhoca.
Eris: Bom dia Luan.
Luan: Dormiu bem?
Eris: E você ainda me pergunta.
Luan: Eita, já acordou estressada.
Eris: Não enche.
Luan: Vamos embora?
Eris: Claro, essas formigas aqui, eu aguento mais.
Ambos levantam e tentam voltar para a tal lanchonete. Andam e ficam mais perdidos que estavam. Eles estavam á caminho da zona rural da cidade. Até que de longe avistam um cavalo pastando. Saem correndo feito loucos atrás do cavalo, que corre com medo dos dois.
Eris: Ossa, espantamos a nossa única salvação. É essa sua feiura. \z
Luan: Única nada. Olha ali amarrado naquela arvore. Ah, sou feio, mais não tanto, á ponto de espantar um cavalo =P
Eris: Ah, é um burro, jegue, pônei, sei lá o nome daquilo. Mais eu não monto nem em um cavalo, quanto mais em um animal que nem sei o nome.
Luan: Pra sua informação, é um jegue. Se você não quiser ir, que não vá. Eu que não vou ficar nesse fim de mundo- e parte rumo ao ‘encontro’ com o cavalo.
Luan monta no jegue e pergunta mais uma vez pra Eris se ela vai ou não com ele. Ela se recusa, então Luan parte para achar alguma vida urbana.
Eris fica com uma cara de ‘?’, afinal ele havia á deixado no meio do nada. Então começa a berrar.
Eris: CRETINO, IDIOTA, CHATO, MALA, CANTOR DE MEIA TIGELA, VOLTA LOGO AQUI LUUUUUUUUUUUUUAN.
Então Luan para, dá meia volta e vai ao encontro com Eris.
Luan: Pela ultima vez, você vai ou não comigo?
Eris: E tem outro jeito? .-.
Então ela dá a mão para Luan e sobe em cima do jegue, e saem em disparada em busca do caminho da lanchonete ou de alguma civilização urbana.
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